Litho Calcium, muito além do cálcio!

Novembro/09 - Site Mercado Gastrônomico

Suplemento alimentar possui minerais fundamentais para a saúde óssea

O baixo consumo de cálcio e minerais pela população tem sido a principal causa das doenças ósseas, que atingem mais da metade da população acima de 65 anos. . A ingestão de alimentos e suplementos alimentares ricos em cálcio associado a outros minerais é a arma contra essas doenças Litho Calcium é um suplemento alimentar completo, composto de cálcio e mais 73 minerais benéficos ao organismo, fundamentais para a saúde óssea.

O consumo de cálcio é necessário para o bom funcionamento do nosso organismo, mas, para ser fixado nos ossos necessita de outros minerais como o boro, o magnésio e o manganês. Sem eles, o cálcio fica circulando livre pelo organismo e acaba se depositando nas artérias e rins, o que pode causar artrite, bursite e até cálculos renais. Isso também ocorre quando o consumo de cálcio é excessivo.

“A vantagem do Litho Calcium é que ele possui todos os minerais necessários para a absorção do cálcio no organismo, sem a necessidade de consumir outro tipo de vitamina ou alimento. Poderíamos comparar o Litho Calcium com um concentrado de brócolis, espinafre ou outro alimento rico em minerais”, explica Écio Fábio Souza, diretor técnico da Bio Vita, empresa proprietária do Litho Calcium.  
 

O cálcio de origem vegetal, (orgânico), não necessita da vitamina D para a absorção no organismo. O Litho Calcium é extraído de uma alga marinha que possui cálcio protegido (quelato) dentro de pedaços de proteínas (aminoácidos) que facilitam sua absorção e o levam ao seu local de ação sem a necessidade da vitamina D ou de outra proteína carreadora.  

Maior prova de que as doenças ósseas interferem na população de todo mundo é que foi instituído, por um grupo de médicos da Suécia, com o apoio de mais de 750 organizações nacionais e internacionais entre associações de pacientes, profissionais e cientistas, a "década do osso e da articulação", que se encerra no próximo ano. O objetivo da década é melhorar mundialmente a qualidade de vida das pessoas que são portadoras da doença e alertar para a prevenção.
 

Para mais informações e aquisição do suplemento alimentar Litho Calcium entre no site www.vidaporinteiro.com.br ou pelo 0800-9406200.   

Baixo consumo de minerais compromete saúde do brasileiro

Especialista Dr. Écio Souza aponta os motivos da desmineralização da população

A maioria dos brasileiros não está acostumada a consumir alimentos ricos em minerais. Essa informação não é uma impressão geral e sim o resultado da mais completa pesquisa científica já realizada sobre alimentação no Brasil, desenvolvida pela Unifesp – Universidade Federal do Estado de São Paulo em parceria com a Faculdade de Saúde Pública da USP. O estudo chamado “Brazos Nutricional” avaliou 2.420 pessoas em 150 municípios das cinco regiões do país e mostrou que a nutrição do brasileiro, independente de sua classe social, é deficiente e principalmente em minerais, sendo o Cálcio e o Magnésio os elementos mais ausentes na alimentação. Outros apontamentos médicos mostram que a falta de um ou mais minerais está relacionada à ocorrência de mais de duzentas doenças, entre elas diabetes, hipertensão e osteoporose.

Estudioso da formação orgânica da população brasileira, dr. Écio Fábio Souza, médico veterinário graduado pela Escola de Medicina Veterinária da UFMG, iniciou, há 10 anos, um trabalho com a utilização de algas marinhas na nutrição humana e animal. Seu trabalho aprofunda a análise das funções dos minerais, as conseqüências de uma alimentação deficiente destes elementos e também as alternativas para a prevenção de doenças decorrentes do déficit de minerais no organismo humano.

A osteoporose, por exemplo, é hoje uma verdadeira epidemia. Uma em cada três mulheres e um em cada oito homens acima de 50 anos são portadores da doença. A OMS – Organização Mundial de Saúde – estima que no Brasil existam dez milhões de portadores de osteoporose, sendo que apenas 5% recebem tratamento adequado. Os custos, o tempo de ocupação de leito e a quantidade de pessoas que têm a morte motivada direta e indiretamente pela osteoporose, são maiores do que nos casos de câncer de mama e de próstata. “A saúde óssea do brasileiro está comprometida e o risco de adquirir doenças crônicas é cada vez maior”, afirmou o médico Marcelo Pinheiro, coordenador da pesquisa da Unifesp.

Causas e conseqüências

“A deficiência de minerais no solo que produz os alimentos, o processo de refino e industrialização das matérias-primas naturais, a vida agitada da atualidade e a falta de critério ao se alimentar fazem com que a necessidade da suplementação de minerais seja um fato emergencial”, afirma Dr. Écio Souza. No caso da desmineralização do solo, ocorrências naturais por meio de intemperismos “lavam” o solo e não proporcionam reposição. A terra fica “descalibrada” e as lavouras que levam adubação química não conseguem restituir os níveis originais de minerais. “A planta tira apenas o que consegue e as próximas safras ficam cada vez mais fracas”, explica.

Alguns estudiosos fazem uma estreita relação entre a mineralização das pessoas e o  desenvolvimento sócio-econômico e cultural de um povo. Nos EUA, por exemplo, por na década de 1930, um cientista constatou em suas pesquisas uma deficiência de minerais do solo do país. Seus estudos mostraram  que a deficiência de minerais era refletida na alimentação, que por sua vez poderia afetar negativamente a capacidade intelectual e a força de trabalho do povo norte-americano e por conseqüência o futuro do país. Esta informação foi passada ao poder público e providências foram tomadas para reverter o quadro. Em ação conjunta entre governo e produtores rurais, grandes áreas de plantação foram mineralizadas. Fato sem comprovação histórico-científica, mas sintomática, após aproximadamente duas décadas desta ação, os EUA confirmaram sua posição hegemônica na economia e política mundiais.

No Brasil, em 1998, levantamento realizado em conjunto por pesquisadores da Universidade Federal de Viçosa, Universidade de Uberlândia e UFMG, constatou uma deficiência similar no solo brasileiro a que foi detectada nos EUA. No entanto, após dez anos, poucas atitudes foram tomadas pelas esferas responsáveis.

Contra-pontos                                                                                                                                            A pouca atenção às questões ligadas à mineralização dos cidadãos brasileiros acaba por criar paradoxos como, por exemplo, os resultados da grande importância dada aos minerais na medicina veterinária desde o início da década de 50. Atualmente,  o produtor rural já sabe que improvável obter sucesso na produção de proteínas de origem animal (carne, leite, ovos) sem a utilização de uma boa nutrição com atenção especial à suplementação mineral. A conseqüência  é observância de
animais altamente saudáveis e com grande potencial de produção.

De outro lado, é comum chegarmos a uma fazenda, a uma exposição ou feira agropecuária e nos depararmos ao lado de animais bem mineralizados, bonitos e saudáveis, proprietários e suas famílias com sintomas de deficiência de minerais, stress, diabetes, ossos frágeis, entre outros problemas de saúde. O comparativo que pode parecer brincadeira, é efetivamente observado em muitas oportunidades.

É certo, que nestes casos, o produtor  não se mineralizou e nem à sua família,  devido à  falta de uma cultura de mineralização. Pois, se ele  se dispôs a inserir os suplementos à alimentação do rebanho é porque já se sabe sobre a importância de tal procedimento. Continua apenas, portanto, a negligência a própria saúde humana.

Serviço
Litho Calcium
Informações sobre a importância dos minerais e produto:
www.vidaporinteiro.com.br
Telefone: 0800-9406200
 
Fernanda Carolina de Souza
Assessoria de Imprensa
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